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Brasileiro, nascido em Jundiaí, São Paulo, sob o signo de peixes. Um homem sonhador e sensível que faz de seu idealismo universal bandeira de vida contra a mediocridade existencial e cultural, sempre procurando alternativas legais para defesa de suas idéias, dentro do conceito que direito enquanto avanço social não se doa nem se transfere, se conquista.
Em 1974, no auge da repressão no Brasil, o poeta Douglas Mondo, no espírito da busca da liberdade individual, escreveu a peça de teatro "Dirigentes ou Dirigidos" sendo censurada na época, pois abordava a relação entre as pessoas e as instituições, dentro da liberdade das autonomias de vontades.
Em 1975, cria o slogan "Jornal da Cidade - A Imprensa a serviço da comunidade" para um periódico jundiaiense.
Em 1978, começou o curso superior de jornalismo onde freqüentou por dois anos, junto à Faculdade de Comunicação Social do Anhembi em São Paulo.
Em 1980, começa o curso de Direito e em 1982 é eleito presidente do diretório acadêmico e lança o Jornal estudantil "O Democrata" com ideologia de esquerda.
Em 1982, passa a escrever em coluna semanal para o Jornal "Jundiaí - Hoje", abordando de maneira alegre e jocosa os fatos políticos nacionais.
Em 1983, tornar-se articulista do "Jornal de Jundiaí - JJ", também com coluna assinada semanalmente. Volta a escrever para o JJ em 2.001.
Em 1984, se forma em Direito e inicia sua banca advocatícia, se especializando em direito civil, empresarial (tributário - comercial) e trabalhista.
Escreve em sua juventude vários monólogos e contos sempre em torno do tema LIBERDADE, que sempre lhe aguçou a alma.
Em 1990, torna-se Ativista político do Terceiro Setor e defensor da Democracia Participativa.
Terceiro Setor: O Primeiro Setor é formado pelas ações públicas. O Segundo Setor é formado pelas ações privadas. O Terceiro Setor é formado pelas ações privadas de caráter público.
Em 1992, é eleito presidente da Organização Não Governamental " Centro de Estudos de Política Municipal de Jundiaí", formando por dois anos uma videoteca riquíssima culturalmente através de palestras de convidados especiais em suas respectivas áreas. Lança a primeira cartilha sobre os principais dados do município nas áreas de segurança pública, saúde, desenvolvimento econômico, educação e lazer.
Em 1995, é eleito Vice-Presidente da ONG "Ação Pró-Jundiaí" onde defende a ingerência do povo nas instituições públicas através de ações legais e amparadas constitucionalmente.
Em 1995, funda o "Conselho Comunitário de Segurança Pública de Jundiaí" - que passa a ser modelo utilizado pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, para todo o estado.
Em 1996, é indicado pelo Poder Legislativo Municipal como representante da Ordem dos Advogados do Brasil para dar parecer jurídico na CPI que investigou a aquisição de sistema de mixagem em disco ótico de todos os papéis existentes na Câmara Municipal de Jundiaí.
Em 1996, lança seu primeiro livro de poesias "EMOÇÕES" pela Editora Araguaia, através de um sarau no clube jundiaiense.
Em 1998, lança a recriação da Semana de Arte Moderna de 22 no Teatro Polytheama de Jundiaí, com Marília de Andrade, filha de Oswald de Andrade, e a Turma do Polytheama. Em três dias de eventos, passaram mais de 5.000 pessoas pelo teatro.
Em 1999, lança o livro de poesias "Três em Um" pela Editora Poesia Diária, com show musical e poético no clube jundiaiense, com direção de Jô Martin.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB - utilizou o "Poema dos Desempregados", de Douglas Mondo, na Campanha da Fraternidade de 1999, sobre o tema em questão.
Em 1999, em parceria com o Ministério do Trabalho; o Grupo Especial contra a Exploração do Trabalho Infantil; A Prefeitura Municipal de Jundiaí; A CIES/FIESP; Associação Comercial e Industrial de Jundiaí; O Senai; o Senac e demais órgãos e entidades civis, lança o programa "SORRISO CONTENTE - ADOTE UM ADOLESCENTE" que retira menores de rua em situação de risco e os reintegra à sociedade com estudo e trabalho.
Em 23 de fevereiro de 1999, A Rede Vida de Televisão, em entrevista especial com duas horas de duração, no programa "Tribuna Independente" com Douglas Mondo, considerou o Conselho de Segurança de Jundiaí modelo de participação comunitária nas questões relativas à qualidade de vida do cidadão brasileiro.
A Revista EXAME de 8 de março de 2000, considerou em matéria especial, o programa "Sorriso Contente - Adote um Adolescente" como saída para recuperação dos menores de rua de nosso país, com estudo e trabalho.
O Canal GNT - GLOBOSAT, em matéria especial levada ao ar no dia 7 de setembro de 2000, no programa CIDADANIA BRASIL, apresentou o Conselho de Segurança de Jundiaí, com os baixos índices de criminalidade na cidade e o programa "Sorriso Contente - Adote um Adolescente", como solução para a diminuição dos índices de criminalidade em nosso país.
A Rede Globo de Televisão apresentou inúmeras matérias no Jornal SP-TV, com o Conselho Comunitário de Segurança de Jundiaí, especialmente com Douglas Mondo, sobre Segurança do Cidadão e Pública.
Em 2.000, lança o livro "Antologia de Poemas Eróticos - Ins Piração Erótica" e monta o espetáculo "Erótika" que é visto por mais de 1.500 pessoas em três apresentações no Clube Jundiaiense, com direção de Jô Martin.
Em 2.000, lança ainda o CD de poemas eróticos de sua autoria e interpretação "Evoé Libido" pela gravadora "Keyboard", que também é tema do espetáculo "Erótika", em parceria com o Maestro Marcelo Dantas Fagundes.
Em 22 de maio de 2.001, A TV Band Litoral Paulista, sob a apresentação de Isabel Machado, apresenta o programa Ponto Capital onde entrevista Douglas Mondo e Paulo Costa, proprietário de 3 lojas McDonald's, que participa do "Sorriso Contente - Adote Um Adolescente."
Em 19 de julho de 2.001, A TV Band Litoral Paulista, sob a apresentação de Isabel Machado, apresenta o programa Ponto Capital onde entrevista os advogados Douglas Mondo e Alexandre Barros Castro e o Delegado Seccional da Polícia Civil de Jundiaí, Paulo Bicudo, sobre os temas "Segurança Inteligente" e "Lei sobre Assédio Sexual".
Em 2.001, lança o livro "Antologia de Poemas Sensuais - A Sensualidade da Língua" e monta o espetáculo com o mesmo nome que é visto por mais de 1.000 pessoas em duas apresentações no Clube Jundiaiense, com direção de Jô Martin.
Em 2.001, monta o espetáculo de autoria de Leila Míccolis "Poesia.Br" que é visto por mais de 1.000 pessoas em uma única apresentação no Clube Jundiaiense, com direção de Jô Martin.
Em 2.001, monta o espetáculo Melhores Momentos de "A Sensualidade da Língua"; "Rio Bossa e Balanço"; "Poesia.Br" e "Inspiração Erótica", que é visto por mais de 1.000 pessoas em uma única apresentação no Clube Jundiaiense, com direção de Jô Martin.
Em 2.001, torna-se articulista e colaborador da Revista Portuguesa "Humanidades" editada pela Editora Loja da Imagem - Lisboa.
Em 2002, monta o espetáculo "Não Faz Mar, Não Tem 'Portância", em parceria com Miguel Arcanjo Terra e direção de Jô Martin, que é visto por mais de 1.000 pessoas em uma única apresentação no Clube Jundiaiense. O tema é uma alusão ao Bairro do Bexiga em São Paulo e uma homenagem ao grande poeta e cantor Adoniran Barbosa.
Em 2002, lança o livro "Jundiaí do Canto do Japi", de autoria de Miguel Arcanjo Terra e fotos de Renato Bezzan, com apresentação de Douglas Mondo, na sede central do Clube Jundiaiense, com espetáculo do Quinteto MPB. O livro conta a história da fundação da cidade de Jundiaí, vista pelos olhos de cinco crianças.
Em 2002, monta o espetáculo "Inspiração Erótica - Acústico", na sede central do Clube Jundiaiense, com direção de Jo Martin. Tendo no elenco Jo Martin, Mário Rebouças e Moara Rodrigues. Na luz e som, Lis Michelli.
Em
2003, lança o livro Cidadania, Arte &
Poesia de autoria de Douglas Mondo e Douglas
Tufano, com espetáculo musical comandado
pelo Professor Antonio Guedes e seu Quinteto
MPB, na sede central do Clube Jundiaiense.
Em
2004, lança o programa de TV - Direito de
Ser - pela TV NET - Canal 25 - Apresentado
todas às segundas-feiras, às 22h30 - Em
conjunto com Alexandre Barros Castro e
Miguel Terra - Entrevistas alegres e
descontraídas.
Em 2004, é eleito
presidente da Entidade Civil para fins
públicos - Horus - Ação e Cidadania - que
tem como objetivo ser um foro de debates e
de interação entre a sociedade e o Estado,
objetivando a maximização dos recursos e
ações públicas para fins de distribuição do
bem comum.
Horus - Deus egípcio com cabeça de falcão
que simboliza a acuidade do olhar, velando
pela execução das leis e da justiça. Filho
de Íris, deusa protetora dos mortos e que
lhes devolve a vida, e de Osíris, símbolo de
força inesgotável da vegetação e da
atividade vital do universo.
Amparo legal - Constituição da República
Federativa do Brasil - Art. 5º - Inciso XVII
- é plena a liberdade de associação para
fins lícitos, vedada a de caráter
paramilitar.
XVIII- a criação de associações e, na forma
da lei, a de cooperativas independem de
autorização, sendo vedada a interferência
estatal em seu funcionamento.
Em 2004, passa a apresentar o novo
programa de TV - Direito de Ser - pela TV
Japi - Canal 3 - Net - Todas às
terças-feiras, às 22h00 - Reprises às
quintas-feiras às 22 horas - Em conjunto
com Alexandre Barros Castro - Entrevistas
interessantes e descontraídas.
Em 2004, participa com 13 poemas da
Antologia Internacional Roda Mundo - Roda
Gigante, com escritores do Brasil e de Porto
Rico, Portugal, Holanda, EUA, Uruguai,
Peru, Chile e México - Editada por Douglas
Lara e lançada na Livraria Cultura em São
Paulo, com capa de Jéssica de
Almeida Bastida.
Em 10 de Setembro
de 2004 é empossado na Academia
Jundiaiense de Letras, passando a ocupar a
cadeira nº 11, tendo como patrono o poeta
Raimundo Corrêa.
Em 17 de
janeiro de 2005 é eleito presidente da TV
JAPI - Canal 3 da NET - TV a cabo - TV
Comunitária de Jundiaí. Tem como meta
transformar um canal de televisão
em linha-direta das aspirações, críticas,
anseios, cultura, arte etc, da população
de Jundiaí. Uma
nova linguagem televisiva.
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