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Alexandre Barros Castro
Ó vós modernistas da Paulicéia
que ides marchando, rompendo
e dilacerando a métrica e a rima.
Vós que fizeste nossa gramática
tombar em seus desatinos.
Olhai e não apenas contemplai
vosso esforço e verá não ter sido em vão.
Para muitos, enfim vencestes.
Vide e admirai tua glória.
Vossos desenganos estão por toda parte
a me vilipendiar a alma e o coração.
Mas, eu não!
Não me renderei a vossa alegria virente.
Para mim não hás de ser imensa miséria,
com teus anjos das sombras me entremeio...
Que vivam Macunaímas em Pasárgadas,
que sobressaia Manoel em nossa verde bandeira,
a tremular não mais em tristes navios negreiros
E que floreçamos, Bilacs, Andrades e Almeidas
nestas terras de alma brasileira.
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