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FUTURO PREFEITO DE JUNDIAÍ
O jornalista Marco Antônio Sapia, com conhecimento, deu o pontapé inicial para a grande discussão sobre as próximas eleições municipais, quando afirmou que há dois candidatos com chances dentro do Partido dos Trabalhadores. Mauro Menuchi e Pedro Bigardi estão no páreo!
Não há nada definido, quer seja no PT, no PSDB ou em qualquer outro partido. Vamos estender o debate político para além das fronteiras partidárias.
O povo de Jundiaí tem o direito de participar das escolhas que precedem as eleições. Não podem alguns poucos decidirem quem deve ou não ser levado ao sufrágio das urnas.
Quem, dentro de um partido político, poderá afirmar qual o candidato ideal para uma cidade com o porte de Jundiaí? Com a fragilidade dos nossos partidos, muitas siglas de aluguel, às vezes acabam impondo candidatos sem qualquer preparo e divorciados dos verdadeiros interesses da população jundiaiense.
As alianças, na maioria das vezes, não são em torno de idéias nem programas partidários, mais sim resultantes de interesses particulares e politiqueiros.
Precisamos oxigenar a política local!
O grande debate que presenciaremos no pleito que se avizinha, será em torno das idéias sociais do PT e das idéias de livre mercado e economia globalizada do PSDB.
O Partido dos Trabalhadores deve se unir em torno de seus dois grandes nomes e se estruturar para elegê-los e não se dividir em disputas internas e sectárias.
Não há como negar a força de Menuchi e Bigardi. O primeiro foi um dos deputados mais votados do Estado de São Paulo, com seus 107 mil votos. O segundo, no último pleito municipal teve depositado em torno de seu nome 70 mil votos.
Ambos representam os mesmos ideais e juntos dão a verdadeira dimensão do pensamento do Partido dos Trabalhadores. Fica aqui lançada a proposta da dobradinha Menuchi e Bigardi, como prefeito e vice, conforme o desejo claramente manifestado pelas urnas.
Por outro lado, o mesmo se observa dentro dos quadros no PSDB. Alguém poderá negar que em suas fileiras há nomes que de há muito o povo jundiaiense tem consagrado ? Por que privar o eleitor da possibilidade de uma escolha mais representativa das idéias da social democracia?
O processo político não é autofágico, mas sim deve fomentar o amplo debate em torno de nomes, de projetos e propostas de desenvolvimento da cidade com inclusão social.
Jundiaí não tem mais 20 mil habitantes, não se trata de uma mera província interiorana. A pujança de nossa cidade não pode se submeter a uma discussão entre quatro paredes, onde nomes importantes sejam alijados das disputas eleitorais.
Os tucanos locais não podem prescindir de nomes como Ana Toneli, Walter Costa e Silva e Ari Fossem.
Ana Toneli foi a primeira presidenta do Legislativo Jundiaiense, mostrando que as mulheres já conquistaram o espaço que lhes pertence. O popular Waltinho mostrou competência à frente da Secretaria de Serviços Públicos, sendo um nome de peso dentro do PSDB. Ari Fossem, por seu turno, ante sua história política tem lugar garantido em qualquer disputa eleitoral.
O PSDB não pode se iludir, a corrida eleitoral já começou e o PT local larga na frente, com seus dois nomes que juntos possuem cacife invejável para qualquer partido político. Resta ao PSDB aglutinar-se numa dobradinha com igual força, para que haja um verdadeiro equilíbrio nas próximas eleições.
Vamos todos participar!
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