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O Natal de Joana
Joana estava casada há 22 anos. Mário,
nem a olhava mais com desejos. Só
ficava em frente a TV assistindo
filmes. Gostava também de ir ao cinena.
Era um verdadeiro cinéfilo!
Numa tarde quente de Natal, ela
resolveu se vingar: Também foi ao
cinema. Só que vestida para matar!
Estava com a mente possuída pela
fantasia.
Entrou quando as luzes já estavam
apagadas. Sentou-se ao lado de um
homem. A respiração ofegante. Ao seu
lado um estranho. Todo seu!
Esperou uns quinze minutos e começou a
roçar sua perna na perna dele. Isto a
deixou molhada. Percebeu que ele ficou
meio assustado. Mas não tirou a perna.
Joana foi além.
Passou a mão entre as pernas de seu
vizinho de poltrona. Cada vez mais
ousada, segurou no pênis dele e o
sentiu rijo e forte.
Louca pela aventura, babou, esfregou
no rosto, sugou, extravasando toda sua
contida libido. Quando ele gozou, ela
saiu correndo, com misto de orgulho e
vergonha.
Os dias se passaram, e Joana sentindo
aquele sensação de vingança e ao mesmo
tempo a culpa corroia sua alma.
Foi para aula de ginástica e quando
voltou para casa, ouviu Mário contanto
ao vizinho Cláudio:
__ Preciso contar pra você! Ainda
estou louco de tesão! Outro dia fui ao
cinema, e quando o filme já tinha
começado, uma mulher sentou-se ao meu
lado e me pegou, mordeu, chupou, me
deixou louco de tesão.
Joana, pasmada, se lembrou daquela
música: No escurinho do cinema...
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